segunda-feira, julho 01, 2002

a brave new world
Nem tudo é mau no admirável mundo novo. Você pode fazer como eu fazia ontem tarde da noite e ver-e-ouvir Tori Amos em um concerto maravilhosamente soturno e íntimo. Está aqui . Minha favorita é Hey Jupiter, em que ela erra a música, pára, fala com os técnicos (comenta que o jantar dela está esperando...). Que um documento assim não-polido esteja em um site de uma grande companhia, de graça, dá uma idéia pálida de um dos futuros possíveis da internet - um centro infinito de lazer, cultura, pesquisa, imersão... se a também infinita ganância não ficar no caminho, claro.


E é um mundo de links. No site de Jorge, uma referência ao site taperouge me levou a conhecer o destino de gaak, o robot rebelde, que empreendeu uma tentativa de fuga de um laboratório de pesquisas sobre inteligência artificial. Wow. Desnecessário dizer que essa notícia encheu minha mente nerd de maravilhamento e logo estava fuçando no curriculum do criador de gaak, Noel sharkly e meu cérebro fazia sinapses como louco.

Para quem tem pelo menos um mínimo de sangue nerd, trechos como esse são de tirar o sono:

"The robots can 'breed' or evolve by uploading their electronic genes to a remote computer. The Darwinian principle of survival of the fittest will apply as only robots which survive to maturity a given length of time - will be allowed to re-enter their 'genes' into the breeding pool.

Each robot has a set of artificial genes that are used to construct its neural network controller the brains of the machine. When two robots breed, each offspring receives half of the genes from one parent and half from the other (randomly selected) and there is a small amount of mutation."

wow.

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